Cinema e Teatro
Teve Pirapetinga entre 1915 e 1920, o seu primeiro cinema o “Cine Imperial”; depois o Cine Teatro Familiar, movimentado pelo português Manoel Camacho, que funcionou por mais de 30 anos no casarão, na praça da Igreja. Casarão esse que foi de Alfredo Louzada e depois do Sr. Pereirinha, onde hoje se encontra a agência do Banco Itaú.
Já em 1943, se instala o Cine Santana, tendo como proprietário o Sr. Amélio, que na época residia em Recreio. Este cinema foi instalado na Av. Governador Benedito Valadares, hoje Mercado Santana. Mais tarde, seus equipamentos foram vendidos para o senhores José Teixeira Jardim, João Gomes Sobrinho e Eurico Botelho da Silva, que tempos depois, compraram também o prédio que já era propriedade da família do Sr. Amélio Gomes Telles. Com o passar dos anos, os dois sócios venderam suas partes para o Sr. José Teixeira Jardim, que junto com a família, administrou
o cinema até meados de 1983, quando fechou suas portas.
Os equipamentos, mesmo sem serem utiliza
dos há tempos, estão em perfeito estado para funcionamento e, tanto eles quanto o prédio, pertencem à família Jardim.
O Teatro
O teatro também fez parte da vida cultural de Pirapetinga, sendo que no ano de 1887, o Major Manoel Francisco da Costa construiu um prédio (adaptado depois para o Hotel Tempera) onde funcionou o Grêmio Teatral de Pirapetinga, com peças encenadas pelos artistas amadores da cidade, algumas escritas pelo saudoso professor Otávio de Melo.
Têm de ser lembrados também as peças do Cine Teatro Familiar, de Manoel Camacho, e dirigidas por José Pinto, poeta pintor, originário de São Sebastião de Estrela que, em vários períodos, morou em Pirapetinga.
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